quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O Socialismo E O Homem Novo Em Cuba (Parte II)

  A nova sociedade em formação tem que competir muito duramente com o passado. Isso se faz sentir não só na consciência individual, na que pesam os resíduos de uma educação sistematicamente orientada para o isolamento do indivíduo, mas também pelo caráter mesmo desse período de transição onde persistem as relações mercantilistas. A mercadoria é a célula econômica da sociedade capitalista; enquanto existirem seus efeitos, estes se farão sentir na organização da produção e, por fim, na consciência.
  No esquema de Marx, se concebia o período de transição como resultado da transformação explosiva do sistema capitalista destroçado por suas contradições. Posteriormente a realidade mostrou como se separam da árvore imperialista alguns desses países que constituem os ramos débeis, fenômeno previsto por Lênin.
  Nestes, o capitalismo se desenvolveu o suficiente para que seus efeitos se fizessem sentir, de um modo ou de outro, sobre o povo, mas não são suas próprias contradições as que, esgotadas todas as possibilidades fazem o sistema explodir. A luta da libertação contra um opressor externo, am miséria provocada por acidentes estranhos, como a guerra, cujas conseqüências fazem as classes privilegiadas recaírem sobre os explorados, os movimentos de libertação destinados a derrubar regimes neocoloniais, são os fatores habituais de desencadeamento do processo. A ação consciente faz o resto. Nesses países ainda não se produziu uma educação completa para o trabalho social e a riqueza esta longe do alcance das massas mediante o simples processo de apropriação. O subdesenvolvido por um lado e a habitual fuga de capitais para países “civilizados” por outro, tornam impossível uma mudança rápida e sem sacrifícios. Resta um grande caminho a percorrer na construção da base da economia, e é muito grande a tentação de seguir os trilhados caminhos de interesse material, como alavancava a impulsora de um desenvolvimento acelerado.
  Corre-se o risco de que as árvores impeçam-nos de ver o bosque. Perseguindo a quimera de realizar o socialismo com as desdentadas armas que nos deixa o capitalismo (a mercadoria como célula econômica, a rentabilidade, o endereço material individual como alavancava etc.), pode-se chegar a um beco sem saída. Para construir o comunismo, simultaneamente com a base material, é preciso construir o homem novo.

                                                                                                  Ernesto Rafael Lynch Guevara De La Serna

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O Socialismo E O Homem Novo Em Cuba (Parte I)

  Chegou a etapa da luta guerrilheira. Foi esta vanguarda o agente catalisador que criou as condições subjetivas necessárias para a vitória. Também nela, no marco do processo de proletarização de nosso pensamento da revolução que se operava em nossos hábitos e em nossas mentes, o indivíduo foi o fator fundamental.
  Foi a primeira época heróica, na qual se disputava para se conseguir um cargo de maior responsabilidade, de maior perigo, sem outra satisfação que o cumprimento do dever. Em nosso trabalho de educação revolucionária, voltamos detalhadamente a este assunto elucidativo. Na atitude de nossos combatentes se vislumbrava o homem do futuro.
  Em outras oportunidades de nossa história repetiu-se o fato da entrega total à causa revolucionária. Durante a crise de outubro ou nos dias do furacão “Flora’’, vimos atos de valor e sacrifício excepcionais, realizados por todo um povo. Encontrar a fórmula para perpetuar, na vida cotidiana, essa atitude heróica, é uma de nossas tarefas fundamentais desde o ponto de vista ideológico. Vendo as coisas desde um ponto de vista superficial, poderia parecer que têm razão aqueles que falam da sujeição do indivíduo ao Estado; a massa realiza com entusiasmo e disciplina sem iguais, as tarefas que o governo fixa, sejam de índole econômica, cultural, de defesa, desportiva etc. a iniciativa parte, em geral, de Fidel ou do alto comando da Revolução e é explicada ao povo que a toma como sua.
  Sem dúvida às vezes o Estado se equivoca. Quando isso acontece, nota-se uma diminuição no entusiasmo coletivo, por causa de uma diminuição quantitativa de cada um dos homens que a formam, e o trabalho se paralisa até ficar reduzido a magnitudes insignificantes: é o momento de retificar. Para quem não vive a experiência da Revolução é difícil entender essa estreita unidade dialética existente entre o indivíduo e a massa, onde ambos se inter-relacionam e, por sua vez, a massa, como conjunto de indivíduos, se inter-relaciona com os dirigentes. No capitalismo, pode-se ver alguns fenômenos deste tipo quando aparecem políticos capazes de conseguir mobilização popular, mas em não se tratando de um autêntico movimento social em cujo caso não é lícito falar plenamente de capitalismo o movimento viverá a vida de quem o impulsionou, ou viverá até o fim das ilusões populares, imposto pelo rigor da sociedade capitalista. Nesta, o homem está dirigido por um frio ordenamento que, habitualmente, escapa ao domínio de sua compreensão. O exemplar humano, alienado, tem um cordão umbilical invisível que o liga à sociedade em seu conjunto: a lei do valor. Ela atua em todos os aspectos de sua vida, vai modelando seu caminho e seu destino.
  As leis do capitalismo, invisíveis para as pessoas comuns e cegas, atuam sobre o indivíduo sem que ele perceba. Só vê a amplitude de um horizonte que parece infinito. O prêmio, se avista a distância: o caminho é solitário. Além disso é uma corrida de lobos: somente pode-se vencer sobre o fracasso dos outros.
  Tentarei agora definir o indivíduo, ator desse estranho e apaixonante drama que é a construção do socialismo, em sua dupla existência, de ser único e de membro da comunidade.
  Creio que o mais simples é reconhecer sua qualidade de não-feito, de produto não-acabado. Os vícios do passado se transpõem para o presente na consciência individual e tem-se que se fazer um trabalho contínuo para erradicá-los. O processo é duplo: por um lado atua a sociedade, com sua educação direta e indireta, por outro, o indivíduo se submete a um processo consciente de autoeducação.
                                                                                                                                                                                                            Ernesto Rafael Guevera Lynch De La Serna.   

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Então, me diz a verdade

  Eu ainda tenho que te aturar dizendo que não obedeço, não sei conversar, só penso em mim mesma e o resto que se “exploda’’. Eu escuto, fico calada, finjo que não estou ali no momento, somente para não me irritar, e novamente perder o pouco que ainda me resta.
  Tu dizes que eu tenho muita liberdade, e que não sei aproveitá-la. Que os estudos são tudo na vida, que devo me esforçar para ser alguém, ter uma boa vida, uma boa família, um bom futuro, etc. etc. Mas tu também não estas fazendo nada para me ajudar a melhorar, tu não te dispõe a mostrar-me como aproveitar mais todas as coisas que tenho, tudo o que posso aproveitar, tudo o que tenho para viver.
  Tu dizes que devo ser humilde, ajudar a quem precisa, ter compaixão, ser uma pessoa de bem. Mas como ser tudo isso se o que mais vejo é falsidade, soberba, ignorância, pessoas narcisistas, e o principal, tu, que vives roubando as pessoas, que realmente precisam de tudo o que tem, que lutaram por tudo para dar uma vida digna a seus filhos.
  Fora todas as outras coisas terríveis que tu fazes, e manda-me fazer totalmente o contrário, para me tornar uma pessoa com ética e moral dignas de um verdadeiro ser humano com consciência.
  Então me diz Brasil, cadê a tua ética, a tua moral, o teu exemplo, o teu papel, a tua educação, a tua importância. Me diz Brasil, que país é esse?

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ao final

  Toda vez que quero falar, minha voz cala. Toda vez que quero ouvir, meus ouvidos cerram. Toda a vez que quero ficar, minha consciência nega. Toda a vez que almejo algo, meus sentidos impossibilitam-me.
  Já não sei se foi o acaso que escolheu assim, ou se fui condenada a viver a vida dessa forma. Só sei que nada mais me atrai, me fortalece, me deixa resoluta, arranca um sorriso de mim, ao menos não um que seja verdadeiro. Enfim, nada mais me motiva a nada.
  Eu tento, eu luto, eu busco, um novo rumo, uma nova perspectiva, um novo mundo, uma nova visão, um novo pensamento, uma nova vida. Porém, há algo mais forte, mais poderoso, mas intelectual que eu, me impedindo, me barrando, fazendo de tudo para que eu regrida ao invés de progredir na vida.
  Mas eu continuo lutando, vivendo, errando, caindo, levantando, me sujando, perdendo, apanhando...e não vou desistir até que, finalmente eu encontre meu verdadeiro objetivo, minha verdadeira vida, minha verdadeira realidade. Até encontrar aquilo que me impede de viver e dizer-lhe: pronto, eu estou aqui, acabada, exausta, ferida, mas cheguei, não desisti, sou mais forte que você, e tenho algo mais forte lutando ao meu lado, a meu favor. Amigos. Esperança. Amor. Alguém...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Distração

  Crepúsculo, o vento tocava o rosto dela, as árvores cantavam, e ela, sorria feliz por estar ali, no meio de toda a natureza, vendo os pássaros, os animais, e sentindo toda a paz e tranqüilidade possível. Pegou seu fiel amigo, um violão velho, que pertenceu a seu pai, o qual havia sumido há cerca de treze anos, e essa era única lembrança que possuía dele.
  Começou a tocar a sua música preferida, Always, de Jon Bon Jovi. Essa música fazia ela refletir sobre sua vida, seus erros, seus acertos, lhe trazia as melhores e mais perfeitas lembranças.
  Após um tempo, começou a imaginar sua vida, seu futuro, sua família. E então teve planos mirabolantes, idéias malucas, vontades bestas, e tudo mais que uma garota quer para sua vida adulta. Imaginou também sua futura casa, no meio de uma mata, perto de um riacho, dentre árvores e animais. Fez planos para seus filhos, se é que teria algum, inventou festas, bares, amigos, amores, inventou uma vida que lhe fazia sentir-se perfeita.
  Ao voltar ao normal, começou a relembrar toda a sua vida, tombos, sorrisos, choros, festas, castigos, férias, viagens, tudo o que lhe fez mal e lhe fez bem. Sorria sem perceber, sentia-se feliz com tudo o que havia feito na vida, inclusive as coisas ruins. Reclamava tanto da vida, e agora percebia que sua vida havia sido maravilhosa comparando com a de algumas amigas, pessoas conhecidas e até mesmo desconhecidas, cujas histórias chegavam a seu conhecimento.
   Sentiu uma grande alegria, prometeu a si mesma que tentaria fazer o melhor para ter uma vida melhor, procuraria cada vez mais ser uma garota simples, humilde, e grata. Grata por tudo que tinha na vida.
   Voltou a tocar violão, feliz, gloriosa e batalhadora. Tudo corria normal novamente, tudo estava bem, até o momento em que...é melhor deixarmos para lá.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Morte ao Imperialismo

   Ainda deitado em sua cama, Ernesto via o sol refletir por trás das persianas de seu quarto. Já fazia quase uma hora que ele já havia acordado, e permanecia na cama, ao olhar no relógio percebeu que já era quase meio dia, e isso indicava que seu irmão, Eduardo, estava para chegar da escola. Levantou num susto, vestiu-se e foi para a cozinha ver se sua mãe havia deixado comida para os dois filhos, achou um pedaço de lasanha, e a pos a esquentar. Logo que acabou de arrumar a mesa, Eduardo chegou, os dois almoçaram, trocaram algumas poucas palavras, e foram lavar a louça, ao terminar Ernesto levou Eduardo para a casa de sua avó, duas quadras de sua, e voltou.
   Deitou novamente em sua cama, e tentou ler um livro, porém seu pensamento foi desviado por uma lembrança. Reviveu toda a festa de seu amigo, no final de semana anterior. As conversas que teve, o quanto dançou, tudo o que pensou, os olhares que trocou, e nesse instante não pode deixar passar a imagem daquela garota, que dançava como se ninguém olhasse, não se importava com as idiotices que os garotos (bêbados) vinham lhe falar, e era feliz, feliz, por estar ali, se divertindo, no meio de tanta gente desconhecida.
   Lembrou também que essa garota era linda, cabelos castanho-claro, compridos, lisos no comprimento, e com belos cachos nas pontas. Seus olhos eram de cor azul, incontestáveis, simplesmente lindos, nariz e bocas perfeitos, uma garota realmente muito bonita. Notou também que ela se vestia com simplicidade, e possuía um jeito simples e humilde, típico de uma moça de família, que se preze, o que lhe agradou muito.
    Então voltou à sua pacata realidade, e decidiu que iria dar uma volta pela cidade, veria alguns livros, discos, e quem sabe até os compraria. Saiu em direção à rua Borges de Medeiros, e viu que no final desta havia uma aglomeração de gente, gritos, e faixas, chegou mais perto para ver o que acontecia por ali. Foi então que ele a viu, a garota da festa, que não saía de seu pensamento há uma semana. Ela vestia uma camiseta preta, que possuía os dizeres: MORTE AO IMPERIALISMO!
   Ele ficou impressionado, teve de sentar-se no primeiro banco que viu, pois não conseguia acreditar que uma menina tão...Tão perfeita poderia ter atitudes como aquelas. Tudo bem, que ele também concordava que o imperialismo deveria ser deposto, mas ir às ruas protestar já era demais para ele. Tentou manter seus pensamentos serenos, mas não conseguiu, e quando percebeu, estava lá, no meio de todo mundo, gritando, eufórico.
    No final de tudo, após serem retidos pelos policiais, a garota veio conversar com ele, pois sabia que ele era um novato ali no meio. Os dois foram para um café, abafado, cheio de gente, para conversarem, talvez aquele não fosse o lugar mais apropriado para os dois se conhecerem, mas foi o mais viável naquela hora.
    Ernesto descobriu que o nome da moça era Hilda, era filha de pessoas humildes, sua mãe trabalhava de doméstica e seu pai possuía um pequeno mercado, o qual ela ficava encarregada de cuidar nos momentos que não estava estudando. Hilda tinha a mesma idade que Ernesto, 22 anos, e cursava faculdade de Direitos Humanos, e se formaria no próximo semestre. Os dois ficaram conversando por mais de duas horas, até que Ernesto percebeu que tinha de ir pra casa esperar sua mãe que voltaria de seu trabalho em poucos minutos, despediu-se de Hilda e saiu. No caminho só sabia pensar nela, e no quão fantástica ela era.
     Ernesto só conseguia pensar em Hilda, e então decidiu que ligaria para ela na manhã seguinte, já que ela havia deixado o número do pequeno mercado de seu pai gravado em um pequeno pedaço de papel para Ernesto. E assim foi feito no dia seguinte, e os dois se encontraram, conversaram, e tudo mais,
    O mesmo episódio se repetiu no próximo dia, e no próximo também, ou melhor, se repetiu por vários dias.
   Então, por intermédio de Hilda, Ernesto decidiu que também faria faculdade, só que ele escolheu Direito. Começou a estudar três meses após a formatura de Hilda, se envolveu cada vez mais com os movimentos dos quais Hilda participava, e fazia de tudo para estar o máximo de tempo ao seu lado.
   Tudo corria bem, até que um dia, Ernesto olhava tv tranqüilo, esperando, ansioso até o relógio marcar 16:30, hora que veria sua querida Hilda, trocava de canal, buscando algo interessante para olhar, para no canal em que está passando o jornal informativo, quando de repente, viu um informe sobre sua cidade, mais precisamente sobre um grupo de revoltos tentou combater o governo. No informe, mostrava um grupo de cinco jovens, não desconhecidos para Ernesto, que segundo o jornal haviam tentado depor o governo, ou algo parecido, após todo o informe, mostraram as fotos dos detentos, Ernesto percebeu que muitos deles participavam do mesmo movimento que Hilda. Ernesto ficou boquiaberto, não acreditava naquilo, e o que o deixou mais desolado, foi ver a foto de Hilda, junto dos outros, sim, ela havia sido presa, junto dos outros.
   Ernesto saiu desesperado, atrás de Hilda, chegou onde queria, e descobriu que já era tarde, eles haviam sido mandados para uma espécie de reformatório perto da ilha da Jamaica.
    Mas toda a distância não foi suficiente para impedir Ernesto de voltar a ver sua amada Hilda.  

sábado, 29 de outubro de 2011

Porque é tão difícil?

   Era algo inexplicável, que a cada dia só aumentava. Cada segundo que passei ao seu lado, ficava eternizado, aqui, dentro da minha mente, e, quando somados, resultavam em poucas horas, elas, com certeza, foram mais significativas, importantes e especiais da minha vida.
   O simples fato, de ouvir alguém dizer o teu nome, em meu rosto, já surgia, um humilde sorriso sincero. Ao te ver, meu coração, simplesmente disparava, meus olhos adquiriam um brilho incontestável, e quando estava ao seu lado, nada mais importava e existia no mundo, além de nós dois.
   A primeira vez que conversei contigo, tudo o que pensei de ti, todas as tuas atitudes que julguei sem motivo, o teu sorriso, teus olhos, teu jeito, teus vícios, tudo isso vive dentro de mim, como se nos conhecêssemos hoje, e que, a partir disso, me apaguei a cada dia mais em ti. Nossa primeira viagem, as brincadeiras, os momentos de descontração, a chuva atrapalhando nossas caminhadas, o futebol no meio do barro, os tombos, os sorrisos, e a volta, nós dois, abraçados, tua cabeça encostada em meu colo, eu podia sentir sua respiração quente que pairava e logo após ia esvaindo-se vagarosamente pelo ar. A maciez de tua mão envolvendo a minha cintura.
   Eu, ingênua, não sabia ainda se nossa história teria um final feliz, ou não. Esperaria o tempo que fosse preciso para te ver voltar, e novamente, poder ver teu lindo sorriso, sentir teu confortante abraço. Hoje vejo, que nada mais vai voltar, que tudo foi só mais uma decepção, e que tudo o que tu me dizia não passava de frases decoradas, de que nem mesmo uma pessoa apaixonada e sem medo é capaz de escapar das piores decepções da vida.

Para Sempre!

   Sentada na varanda, vendo este belo crepúsculo, começo a produzir um filme em minha mente. Mas não um filme de suspense, comédia, terror e muito menos de romance, exceto para mim.
    Lembro dos dias e noite de guerra, ideologias e viagens alucinantes, das quais ERNESTO RAFAEL LYNCH GUEVARA DE LA SERNA participou. Fico imaginando sua maravilhosa vida nos dias de hoje, e nesse momento, volto à realidade. Pois ele não agüentaria viver num mundo com essas condições.
    Já que as pessoas acreditam tanto em CHE, porque não seguem seus passos? E ao invés disso se desviam para o mundo alienado? Se os jovens usam suas frases em redes sociais, porque não as colocam em prática?
    Logo percebo que as pessoas dizem que seguem conceitos de CHE GUEVARA, para ganharem créditos com professores e pessoas que acreditam que buscando, lutando e agindo como CHE, um dia, encontrarão um mundo melhor.
     CHE não merece esse tipo de mérito, sinceramente, ele merece mais que jovens e até mesmo adultos fúteis e idiotas, o idolatrando sem, ao menos saber, metade de sua história, ele merece revolucionários de verdade lutando junto a seu nome.
         Parabéns CHE – 14/06/1928